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domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Rio de Janeiro recebe congresso sobre a indústria eólica
domingo, 21 de novembro de 2010
Grid operator blown away by wind power’s record output
- 2 Nov 2010
- Irish Independent
- Paul Melia
sábado, 20 de novembro de 2010
China anuncia parque eólico de 10.800MW
China anuncia parque eólico de 10.800MW
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Wind doesn’t blow hard enough
- The Washington Times Daily
- By Mackubin Thomas Owens
Green energy requires nuclear-power plants, too
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
EPE se prepara para desenvolver banco de dados eólico
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Preocupada com o mercado eólico, Vestas programa três mil demissões
Da redação
Crise europeia e incerteza regulatória faz companhia reduzir previsões para o ano
Energia eólica perde força nos Estados Unidos
Por Luciano Costa
Crescimento da fonte no país até setembro é o menor registrado desde 2006
Vestas fecha contratos eólicos de 86MW no País
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Parques recebem altos investimentos
- 20 Oct 2010
- Valor Economico
- De São Paulo
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Ventos no Brasil podem gerar mais de 60 mil MW
Preço de contratação já não limita uso dessa fonte alternativa
sexta-feira, 19 de março de 2010
Alstom: fábrica de aerogeradores foca próximos leilões
Companhia quer fornecer para o leilão de reserva que acontece esse ano
Por Luciano Costa, de Porto Velho (RO)*
A fábrica de aerogeradores e componentes eólicos da Alstom que será instalada na Bahia não vai fornecer equipamentos para as usinas que venderam energia no primeiro leilão exclusivo da fonte, que foi realizado pelo governo no final do ano passado e contratou 1.805MW.
"Não vamos ter tempo para fornecer para esses empreendedores (do último leilão), mas nosso foco já está no próximo certame. Neste, com certeza teremos uma participação como fornecedores", afirmou nesta quinta-feira (18/03) o presidente da companhia no Brasil, Philippe Delleur, que participou da inauguração da nova fábrica que visa fornecer equipamentos para as hidrelétricas que serão instaladas no Norte do País.
Cerca de R$50 milhões será investidos na indústria eólica. A construção da planta deve ter início ainda no primeiro semestre deste ano. A entra em operação está prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2011. "Esse último leilão de energia eólica sinalizou que a fonte vai entrar na matriz energética brasileira no longo prazo", opinou.
* O repórter viajou a convite da Alstoma
segunda-feira, 15 de março de 2010
UE planeja grande rede de transmissão para eólicas offshore
Projeto promomete capacidade instalada de 40GW até 2020 e 80GW em 2030
Da redação
Um consórcio composto por dez empresas europeias firmou em Londres a criação de uma rede elétrica pan-europeia que conectará os grandes parques marinhos construídos tanto por governos de vários membros da UE como pelo setor privado. A nova organização se denomina Amigos da Super Rede (FOSG, na sigla em inglês).
Segundo os membros do consórcio, a Super Rede é definida como um "sistema de transmissão elétrica, baseado em corrente contínua, projetado para facilitar a geração em larga escala de energia sustentável em áreas remotas para transmissão em centros de consumo. Um de seus principais atributos será a interligação do mercado na eletricidade".
O pool de investidores é composto por empresas que já atuam no setor de geração de energia, tanto na criação das infraestruturas de alta tensão de corrente contínua, como na criação das tecnologias necessárias ao projeto. Seus membros são 3E, Areva T&D, Deme Blue Energy, Elia, Hochtief Construction AG, Mainstream Renewable Power, Parsons Brinckerhoff, Prysmian Cables & Systems, Siemens e Visser & Smit Marine Contracting.
A promoção da Super Rede recebeu forte respaldo em setembro de 2009 por parte da Associação Eólica Europeia (EWEA, na sigla em inglês), que apresentou o plano "Oceans of Opportunity" (algo como Mar de "Possibilidades"). O documento expõe com detalhes as redes necessárias para o empreendimento conseguir gerar 40GW em 2020 e mais que o dobro do mesmo volume em 2030.
Tanto FOSG como EWEA exigem a publicação, por parte da Rede Europeia de Operadores dos Sistemas de Transmissão (Entso-E), de um plano de desenvolvimento de infraestruturas para poder integrar os 40GW previstos em 2020.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Energia eólica cresce 31% em 2009, aponta associação
Estados Unidos e China lideram mercado; Brasil tem posição
de destaque na América Latina
Por Luciano Costa
A energia eólica teve em 2009 o seu maior crescimento anual desde 2001. Foram inaugurados em todo o mundo novos parques que somam 38.312MW em capacidade instalada, totalizando 159,2GW. O número corresponde a uma expansão de 31,7% da fonte, em comparação ao ano anterior.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11/03) pela Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA), que publicou seu relatório anual sobre o setor. Segundo a entidade, o desempenho mostra uma tendência da fonte em dobrar sua potência instalada a cada três anos.
A geração de energia eólica no mundo alcançou 340TWh em 2009 - o que equivale ao consumo total de eletricidade da Itália e a 2% da demanda global por energia. O relatório da associação prevê uma expansão de 27,8% em 2010, com a potência instalada crescendo para 203,5 mil MW. Com base nessas previsões, a WWEA acredita que seja possível chegar a 2020 com uma capacidade global próxima aos 2.000 GW em 2020.
O cenário apontado no estudo da associação mostra que Estados Unidos e China continuam à frente do resto do mundo em relação ao desenvolvimento da fonte. Em 2009, os chineses foram responsáveis por 36% da capacidade eólica implantada no globo, com mais de 13.000MW. O país é seguido pelos americanos, que construíram 25,9% da potência instalada ao longo do ano. Em terceiro lugar, e bem distante dos dois, aparece a Espanha, com 6,4%.
Em porcentagem de crescimento no campo eólico, quem aparece como líder é o México, que quadruplicou a potência eólica instalada. O país é seguido pela Turquia, que avançou 138,9% e pela China, com 113%. Com essa expansão, a China ultrapassou Alemanha e Espanha para se tornar o segundo país do mundo em capacidade de geração de energia a partir dos ventos, com 16,3% do mercado. Em primeiro lugar aparecem os Estados Unidos (22,1%) e em terceiro a Alemanha (16,2%). Apesar de não ter a liderança, a China é apontada pela WWEA como "locomotiva da indústria eólica mundial" e "o maior mercado para novas turbinas" devido a seu acelerado ritmo de crescimento nos últimos anos.
Os parques eólicos offshore, construídos em alto mar, também apresentaram um grande crescimento no período. Foram 454,3MW construídos no mundo, o que representa um avanço de 30,5%. Até o final do ano, já estavam instalados 1.956MW offshore no globo, com maior concentração no Reino Unido, na Dinamarca e na Holanda. Em 2009, a Dinamarca foi quem mais apostou na fonte, com 237MW em usinas implantadas - seguido pelo Reino Unido, com 104MW.
O mercado latinoamericano, por sua vez, foi o que apresentou a maior alta do setor. A energia eólica cresceu 113,3% na região, alcançando uma capacidade instalada total de 1.406MW. A WWEA ressalta a importância da expansão após anos de estagnação e atribui o resultado ao Brasil e ao México, que implantaram, respectivamente, 600MW e 402MW em novos parques. "Especialmente o Brasil está em posição de estabelecer-se como líder na região, por tem também uma indústria doméstica forte, que já conta com empresas internacionais", analisa o relatório.
